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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

Novamente Geografando

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Parque eólico Donghai Bridge

Mäyjo, 10.04.17

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Xangai, China

30,770 ° N 121.994 ° E

 

Os campos da turbulência formados atrás das turbinas do parque de vento da ponte de Donghai em Shanghai, China.

Essas faixas ocorrem quando o vento atinge as torres das turbinas ou quando certas condições meteorológicas levam as turbinas a criar condensação (ou seja, nuvens) de ar muito húmido.

 

 

REN APOSTA CADA VEZ MAIS EM ENERGIAS RENOVÁVEIS

Mäyjo, 06.03.17

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A produção de energia a partir de fontes renováveis é cada vez mais vista como uma aposta ganha pelas empresas produtoras de energia. A REN- Redes Energéticas Nacionais acompanha esta tendência, destacando a importância do investimento na rede eléctrica como forma de potenciar a produção renovável, integrando-as no sistema para assim evitar o seu desperdício.

 

Segundo a empresa, esta contribuição significativa das energias renováveis no balanço energético de Portugal tem levado a REN a investir no desenvolvimento de previsão de produção de energia deste tipo de fontes, por forma a poder tirar o melhor partido das mesmas, integrando-as no sistema e evitando o seu desperdício.

Assim, no passado dia 2 de Janeiro, a REN registou um valor máximo instantâneo de 4532 MW na produção de energia eólica, que compara com o anterior máximo de 4453 MW, registado em 21 de Novembro do ano passado. No mesmo dia, a produção diária de energia eólica também superou o anterior record, tendo atingido os 96,7 GWh, mais 0,8 GWH do que o anterior máximo registado a 30 de Janeiro de 2015.

Ao longo dos últimos anos, as energias renováveis têm vindo a ganhar cada vez mais peso na composição do balanço energético, tendo a energia eólica contribuído com 12188 GWh para o sistema em 2016, o que representa 22% do consumo total.

Foto:  Carlos Alberto Tomaz / via Creative Commons

MAIOR PARQUE EÓLICO OFFSHORE VAI SER CONSTRUÍDO NA COSTA BRITÂNICA

Mäyjo, 10.02.16

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A empresa dinamarquesa Dong Energy acabou de anunciar a construção do maior parque eólico offshore do mundo, um projecto que terá a capacidade de 1.2 GW, poderá produzir energia para electrificar um milhão de casas e ficará a 120 quilómetros da costa de Yorkshire, no nordeste britânico.

“Com capacidade para 1.2 GW, o Hornsea Project One será o primeiro parque eólico offshore do mundo a exceder 1 GW de capacidade e tornar-se-á – por larga margem – no maior parque eólico offshore do mundo”, explico a empresa num comunicado citado pelo Quartz.

A Dong adiantou ainda que cada turbina terá 190 metros de altura e deverá entrar em funcionamento em 2020. O projecto será financiado, em parte, pelo Governo britânico, ainda que os subsíduos e apoio para todas as outras infra-estruturas ligadas às renováveis tenham sido cortados nos últimos meses. O Reino Unido, aliás, é líder mundial na energia eólica offshore.

No ano passado, a Dong previu que o aumento do tamanho das turbinas eólicas poderia significar a produção de um terço de toda a energia utilizada no Reino Unido até 2030. Uma previsão optimista mas que está no caminho correcto.

Foto: Felix Montino / Creative Commons

A NOVA GERAÇÃO DE TURBINAS EÓLICAS

Mäyjo, 06.07.15

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A Urban Green Energy, uma das empresas líder no segmento das energias renováveis, revelou recentemente a nova geração de turbinas eólicas de eixo vertical, as VisionAIR3, cujo design difere das tradicionais turbinas eólicas.

A nova turbina, que foi desenvolvida durante mais de um ano, oferece mais durabilidade e mais eficiência que os modelos anteriores. A principal novidade é que as pás a turbina não estão dispostas longitudinalmente, mas sim verticalmente em espiral. Adicionalmente, as pás são construídas com o processo de infusão a vácuo, que as torna mais eficientes, refere o Inhabitat.

“A segurança energética e as alterações são questões críticas que cada vez mais preocupam o mundo. As áreas que possuem uma fraca rede elétrica recorrem frequentemente a geradores caros e pouco eficientes para colmatarem as falhas na rede”, afirma o gestor de desenvolvimento de negócio da Urban Green Design, Jamie Myers. “À medida que continuamos a responder aos desafios energéticos de todo o mundo, a VisionAIR3 vai ser uma peça vital no puzzle que vai permitir criar melhores de sistemas de fornecimento de energia aos nossos clientes”, indica.

ILHA ESPANHOLA VAI FICAR 100% DEPENDENTE DOS VENTOS QUE SOPRAM DE ÁFRICA

Mäyjo, 01.07.15

Ilha espanhola vai ficar 100% dependente dos ventos que sopram de África

A ilha de El Hierro, a mais pequena das Canárias, Espanha, vai tornar-se totalmente autossuficiente em energia em Junho, com a inauguração de uma quinta eólica que aproveita os fortes ventos que sopram da costa africana. El Hierro será a primeira massa de terra do mundo a conseguir este feito.

As cinco turbinas serão instaladas na ponta leste da ilha e irão produzir um total de 11.5 megawatts. A ilha tem 10 mil habitantes e nenhuma ligação com qualquer rede de electricidade exterior. A central vai gerar energia suficiente para a procura residencial e alimentar as plantas de dessalinização.

Segundo o Planeta Sustentável, a energia excedente vai servir para bombear água doce de um reservatório perto do porto para uma cratera vulcânica a cerca de 700 metros do nível do mar. Quando houver pouco vento, ela irá ser enviada para um outro reservatório, mais abaixo, e através das turbinas para a geração de electricidade.

“O sistema garante-nos o [total] fornecimento de electricidade”,  explicou Juan Manuel Quintero, diretor do projeto Gorona Del Viento. O projecto custa €79 milhões (R$ 245 milhões).

O governo da ilha detém 60% da central, 30% são da empresa espanhola de energia Endesa e os restantes 10% pertencem a um instituto local de tecnologia. Quintero estima que a receita irá aumentar o orçamento da ilha entre €1 milhão (R$ 3,1 milhões) e €3 milhões (R$ 9,3 milhões).

“Estas receitas podem ser destinadas a residentes locais, para subsidiar preços da água, infraestruturas e políticas sociais”,  explicou o responsável. A central vai cortar 18.700 toneladas de emissões de CO2 por ano e eliminar o consumo atual da ilha de 40.000 barris de petróleo por ano.

Foto:  Mataparda / Creative Commons